Tratamento de PFAS e micropoluentes

Tratamento de PFAS e micropoluentes: que soluções concretas devem ser implementadas pelas entidades gestoras?

Quando a poluição por PFAS é detetada de forma recorrente, pode ser necessário implementar meios adicionais de tratamento. Carvão ativado, resinas de troca iónica, osmose inversa…

Que tecnologias deve a sua entidade gestora implementar?

Detetou micropoluentes em quantidades anormais: as diferentes tecnologias para os separar e capturar

A escolha dos métodos de tratamento adequados depende de vários parâmetros. O primeiro prende-se com a natureza química do micropoluente a eliminar.

Tomemos como exemplo os PFAS. Existem dois tipos:
• PFAS de cadeia longa;
• PFAS de cadeia curta.

Como as moléculas mais pequenas são mais difíceis de capturar, os métodos de tratamento variam consoante o tipo de PFAS detetado.

Como eliminar os PFAS da água tratada?

A separação dos micropoluentes é apenas a primeira etapa do processo de descontaminação.

Depois de capturados, os poluentes devem ser destruídos, por tratamento térmico ou por outros métodos mais dispendiosos (plasma, oxidação eletroquímica catalítica, sonólise, etc.).

Esta tarefa é geralmente confiada a entidades especializadas.

Captura de PFAS por carvão ativado

O tratamento com carvão ativado granular, em pó ou em microgrãos permite frequentemente remover uma grande parte dos micropoluentes presentes na água.

É o método mais utilizado no tratamento de micropoluentes e também o mais simples. Revela-se particularmente eficaz na captura de PFAS de cadeia longa.

Captura através de resinas de troca iónica

A tecnologia de troca iónica é também uma solução comprovada.

Funciona com resinas ativadas que absorvem os micropoluentes.

Tal como no caso do carvão ativado, os meios de troca devem ser regenerados ou eliminados após saturação.

Separação por membranas

Tecnologias de membrana como a osmose inversa (RO) e a nanofiltração (NF) permitem concentrar os PFAS.

São soluções eficazes para tratar a maioria dos PFAS e micropoluentes. A osmose inversa é geralmente utilizada como último recurso, uma vez que é mais complexa de implementar.

Detetou micropoluentes em quantidades anormais: as diferentes tecnologias para os separar e capturar

A escolha dos métodos de tratamento adequados depende de vários parâmetros. O primeiro prende-se com a natureza química do micropoluente a eliminar.

Tomemos como exemplo os PFAS. Existem dois tipos:
• PFAS de cadeia longa;
• PFAS de cadeia curta.

Como as moléculas mais pequenas são mais difíceis de capturar, os métodos de tratamento variam consoante o tipo de PFAS detetado.

Como eliminar os PFAS da água tratada?

A separação dos micropoluentes é apenas a primeira etapa do processo de descontaminação.

Depois de capturados, os poluentes devem ser destruídos, por tratamento térmico ou por outros métodos mais dispendiosos (plasma, oxidação eletroquímica catalítica, sonólise, etc.).

Esta tarefa é geralmente confiada a entidades especializadas.

Captura de PFAS por carvão ativado

O tratamento com carvão ativado granular, em pó ou em microgrãos permite frequentemente remover uma grande parte dos micropoluentes presentes na água.

É o método mais utilizado no tratamento de micropoluentes e também o mais simples. Revela-se particularmente eficaz na captura de PFAS de cadeia longa.

Captura através de resinas de troca iónica

A tecnologia de troca iónica é também uma solução comprovada.

Funciona com resinas ativadas que absorvem os micropoluentes.

Tal como no caso do carvão ativado, os meios de troca devem ser regenerados ou eliminados após saturação.

Separação por membranas

Tecnologias de membrana como a osmose inversa (RO) e a nanofiltração (NF) permitem concentrar os PFAS.

São soluções eficazes para tratar a maioria dos PFAS e micropoluentes. A osmose inversa é geralmente utilizada como último recurso, uma vez que é mais complexa de implementar.

Não sabe se a sua entidade gestora é afetada? Não espere para analisar a água!

Tem dúvidas se a sua entidade gestora é afetada por PFAS ou outros micropoluentes?

Nesse caso, o primeiro passo é realizar análises que permitam identificar a sua presença.

Embora os novos parâmetros (PFAS, Bisfenol A, cloratos, cloritos, urânio, etc.) só se tornem obrigatórios a partir de janeiro de 2026, é aconselhável antecipar estas análises.

Isto porque a implementação de novas soluções de tratamento pode demorar, dependendo do tipo e da concentração dos poluentes detetados.

Em caso de incumprimento, as autoridades de saúde podem impor medidas corretivas obrigatórias. Em algumas situações, podem mesmo levar à desativação de captações problemáticas.

Um exemplo ocorreu no outono de 2022, em Rumilly (Rhône-Alpes), onde duas captações foram desligadas da rede devido a níveis elevados de PFOA.

Concluindo: A gestão da poluição por PFAS exige uma abordagem adaptada e ponderada, tendo em conta a natureza química dos micropoluentes e as especificidades de cada instalação.

Tecnologias como o carvão ativado, as resinas de troca iónica e a osmose inversa oferecem soluções eficazes, embora a sua escolha dependa de vários fatores, incluindo os custos.

É essencial realizar análises regulares para detetar estas substâncias e antecipar as medidas corretivas necessárias.

Não espere para agir e procure apoio especializado para definir a melhor estratégia de tratamento para a sua entidade gestora.

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