As novas metas europeias impõem a remoção obrigatória de micro-poluentes de origem farmacêutica e cosmética, com implementação faseada até 2045.
Ao abrigo do princípio da responsabilidade alargada do produtor, estes sectores serão responsáveis por, pelo menos, 80% dos custos de tratamento, promovendo um modelo mais sustentável.
Tecnologias já aplicadas com sucesso à escala real nos Países Baixos demonstram elevadas eficiências de remoção através da combinação de adsorção por carvão ativado, processos de concentração e destruição avançada. Para os PFAS, soluções como a troca iónica, osmose inversa, fracionamento por espuma e oxidação eletroquímica garantem uma abordagem completa e eficaz.
